Peça fundamental do sistema de alimentação do veículo, a bobina de ignição aumenta a tensão – normalmente de 12 a 14V – a níveis altos, alcançando 45.000V.  Essa potência é que dá início à reação de queima de combustível, após ser conduzida pelos cabos de ignição até as velas e ser convertida em uma centelha.  Este componente pode apresentar defeitos que causam uma série de problemas, confira como identificá-los e resolvê-los.

Quando a bobina está com mau funcionamento, a corrente chega irregular às velas, provocando problemas de combustão. Com isso, o automóvel apresenta aumento de consumo de combustível, barulho de batida de pino, diminuição de potência e um nível maior do que o normal de emissão de poluentes.

Sempre quando for à oficina verifique diversos pontos: velas de ignição desgastadas, módulo de ignição, alta tensão do alternador, cabos supressores, curto circuito nos enrolamentos da bobina, conexões com zinabre, além de checar se existem trincas no componente.

Normalmente, a bobina de ignição original tem duração de mais de 200 mil quilômetros. A vida útil da peça pode diminuir conforme a condição de uso do carro e se existe uma manutenção periódica.

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