Os balconistas mais preparados do Brasil foram selecionados para fazer parte do seleto time do Esquadrão S/A. A segunda edição do questionário sobre o universo automotivo e o Balconista S/A teve 15 perguntas e serviu como a prova para saber quem eram os profissionais mais capazes do setor.

Os melhores foram recompensados com uma visita ao centro de distribuição da ZF, em Itu (SP), e à fábrica da LEMFÖRDER, em Sorocaba (SP).  A Elite do Esquadrão S/A esteve presente e conheceu os processos mais modernos de organização de produtos e a produção das peças da linha leve e pesada, desde a pintura até a fase de usinagem.

Para os profissionais do setor, a visita é importante para conhecer mais sobre a origem do produto. O balconista Matheus Oliveira afirma que isso é fundamental na hora de vender: “Interessante conhecer todo o processo. Quando chega o produto nós não sabemos os bastidores do processo. Vendo o trabalho que é feito, acabamos recomendando o componente por ter visto como ele é fabricado e armazenado”.

O balconista Lenon Sampaio também bate nessa tecla: “É sempre muito bom aprimorar o conhecimento no ramo de autopeças. A ZF deu a oportunidade de conhecer o seu centro de distribuição, onde vimos que realmente a empresa  tem a intenção de oferecer o máximo de qualidade ao cliente, principalmente na parte de entrega. Na fábrica vimos o sistema de qualidade de fabricação. Acredito que com essas informações que absorvemos, vamos alavancar as vendas desse tipo de produto”.

“A importância de uma visita na fábrica para o balconista é agregar conhecimento”
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Coordenador de vendas da linha leve da SK Automotive, César Vasconcellos vê esse tour como fundamental para os profissionais do balcão terem mais informações sobre os produtos que eles vendem. “A importância de uma visita na fábrica para o balconista é agregar conhecimento. Abrir a mente sobre a marca, porque tem muito concorrente, então ele vir aqui e investir  tempo para visitar a fábrica, ver o processo de usinagem, de finalização da peça, é importante pra ele. Depois ele volta para a loja e tem mais argumentos para desenvolver a venda”, diz.

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