Pernambucano da capital Recife, Beto Monteiro é um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro. Duas vezes campeão da Fórmula Truck e uma vez do Sul-Americano da categoria, o piloto de 42 anos continua fazendo história: é um dos líderes da Copa Truck, e deve brigar pelo título da temporada 2018 pela Lucar Motorsports. Ele também já participou da Stock Car e de outras categorias como a Fórmula 3 e o Kart.

O Balconista S/A conversou com o piloto para saber um mais sobre o começo de carreira e as mudanças na categoria, já que a Fórmula Truck deixou de existir em 2017. Agora, o campeonato nacional leva o nome de Copa Truck. Acompanhe a entrevista.

Quando surgiu a paixão pelo automobilismo?

Eu nasci com isso. Meu pai corria e meu avô também, então meio que já nasci dentro do autódromo.

E pelos caminhões?

Eu corria na Europa de Fórmula 3, e quando voltei fui chamado para participar de corrida de caminhões para substituir um colega que havia se acidentado. E foi muito legal, porque já conhecia a categoria. Ela sempre ía para Caruaru e meu pai ajudava muito. E o que me profissionalizou, que colocou meu nome no esporte, foi a Truck.

Como foi o início nas categorias competitivas?

Toda categoria competitiva é sempre muito difícil, né. Mas, sempre gostei muito de estar disputando categorias competitivas, porque me atrai bastante.

Qual a sua melhor lembrança do esporte?

As melhores lembranças no esporte são sempre das vitórias, de ganhar, os títulos que venci. Um pela Ford, dois pela Iveco. Os títulos brasileiros são as minhas melhores lembranças.

E qual a sensação de ter vencido a Fórmula Truck em duas oportunidades?

É uma sensação muito bacana, porque você trabalha buscando esse objetivo de vencer. E quando vence, é aquele sentimento de dever cumprido.

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O fim da Fórmula Truck e início da “era” Copa Truck…

A Copa Truck surgiu em 2017 em paralelo com a Fórmula Truck. Esta última acabou sem vencedor porque foi uma opção dela de fazer o campeonato sem as outras equipes. Em 2017, criou-se a Copa Truck, que aconteceu normalmente e teve seus vencedores. A diferença para 2018 é que no ano passado aconteciam apenas as copas regionais, e agora essas continuam, mas tem o Campeonato Brasileiro em paralelo.

Qual o seu principal objetivo ainda no esporte?

Continuar no automobilismo ainda por muito tempo. Hoje eu vivo disso. Pretendo conseguir fazer o máximo que eu puder, porque é o que eu gosto de fazer. Enquanto eu puder e ainda tiver forças para correr, estarei por aí.

O que é o automobilismo para você?

É a minha vida. É o que eu amo fazer, aprendi a fazer e o modo como vivo. Então agradeço a Deus todos os dias por trabalhar no que eu gosto, que é o automobilismo. É minha grande paixão…

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