As linhas de montagem dos veículos evoluíram muito, principalmente no decorrer do século XX. Com o advento da tecnologia, o processo passou a exigir menor presença humana e máquinas cada vez mais completas. Por isso, veja como algumas montadoras foram verdadeiras referências nos sistemas de produção de veículos.

Primeira metade do século XX (de 1901 a 1951)

Com aspecto mais artesanal, as linhas de montagem do século XX priorizavam a padronização e o controle logístico. Dessa forma, muitos operários tinham funções bem definidas, o que fazia com que se alienassem em relação ao trabalho, desconhecendo outros processos produtivos, bem como o resultado final.

Outra característica era a desorganização. Ao lado de cada estação de trabalho, peças e mais peças compunham o ambiente, fazendo com que tudo parecesse confuso e disperso.

Segunda metade do século XX (de 1952 a 2000)

É a partir dessa época que os robôs passam a fazer parte das indústrias automotivas. Eles vieram para substituir o operário principalmente em atividades pesadas e de precisão, como a soldagem. Com isso, a velocidade da produção passou a ser muito maior.

É no período que aparece o que conhecemos como toyotismo. Além da produção ter se tornado mais enxuta, os trabalhadores eram menos alienados, desempenhando múltiplas funções e tendo maior noção do resultado final. Logo, a produção tornara-se mais humana e menos brutal. Além disso, grande parte das peças eram fabricadas por empresas parceiras, com as montadoras dedicando-se, como o próprio nome diz, à montagem.

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Século XXI (2001 até hoje)

Já no século em que vivemos, vimos as montadoras adotando processos sustentáveis. Um exemplo são as estações de trabalho particulares com tratamento de água reutilizável, evitando o desperdício. Além, é claro, dos programas de reciclagem, que chegaram para diminuir o gasto desenfreado com a reutilização de materiais plásticos e metálicos.

Com isso, a preocupação ecológica causou um sentimento de maior responsabilidade social, o que é explorado por todas as montadoras em suas instalações. Hoje, elas orgulham-se de mostrar ao mundo cada novo processo que seja menos nocivo ao planeta e aos seus trabalhadores.

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