Essas pequeninas peças fazem parte do sistema de freio a disco de um veículo. O uso das pastilhas de freio é relativamente simples: quando o motorista pisa no freio, elas iniciam um atrito com o disco, que consequentemente freia o carro.

Mesmo não tendo um funcionamento muito complexo, existem diversos boatos envolvem essa peça. E aqui no Balconista S/A vamos destrinchá-los.

#FATOS

NEM TODAS AS RODAS POSSUEM PASTILHAS

A maioria dos carros no nosso país possui pastilhas apenas nas rodas dianteiras. O eixo traseiro, por sua vez, costuma utilizar sistema de freios a tambor.

Entretanto, alguns modelos já estão utilizando pastilhas de freio nas quatro rodas.

PASTILHAS TRASEIRAS DESGASTAM MENOS

Em carros com pastilhas de freio nas quatro rodas, as dianteiras sofrem um desgaste muito maior. Isso porque o eixo dianteiro costuma ser mais usado para a frenagem, enquanto o traseiro é costumeiramente utilizado na estabilização do utilitário.

#BOATOS

PASTILHAS DE FREIO TÊM GRANDE DURABILIDADE

Podemos considerar as pastilhas de freio como uma das peças que mais necessitam atenção em relação ao desgaste. Isso porque em carros normais, elas precisam ser trocadas quando atingem aproximadamente 20 mil km, principalmente nos grandes centros urbanos, onde os freios são mais utilizados.

Em locais onde a rodagem é mais livre, com menos semáforos e lombadas, as pastilhas podem atingir a vida útil até de 40 mil km.

NÃO HÁ COMO SABER O MOMENTO DA TROCA

Apesar de não parecer, as pastilhas de freio costumam demonstrar sensitivamente o momento de desgaste. A primeira, obviamente, será a dificuldade na hora da frenagem. Ela pode exigir mais força no pedal para conseguir frear o veículo. 

Outra evidência pode ser a audição de um “ruído” no momento da frenagem. Isso pode indicar que as pastilhas estão colidindo demasiadamente com o disco, provocando também nele um relativo desgaste.

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