Quando o assunto é finanças as dúvidas são infinitas. Na hora de comprar um carro os questionamentos, geralmente, vêm relacionados ao processo de financiamento. A confusão aumenta mais porque não param de surgir novas modalidades de parcelar. Uma das mais recentes, que tem se expandido, é a balão, quando a compra vira recompra.

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Esse tipo de financiamento, que facilita a troca de carro a cada dois ou três anos, foi inaugurado em 2014. Na prática, o plano funciona assim: o comprador dá uma entrada (de 10% a 30% do valor) e quita o saldo em 24 ou 36 parcelas. A última delas corresponde a 40% ou 50% do preço total, a chamada parcela balão.

A grande dúvida é: vale a pena deixar todo esse dinheiro pendente para o final? Se o plano é trocar de carro logo, vale sim. Isso porque a parcela balão não precisa ser paga em dinheiro, o que entra como pagamento é o valor do veículo usado. Parte desse pagamento quita o financiamento e o que sobrar já entra de entrada no novo automóvel. O problema da modalidade é que ele cobra fidelidade, porque se houver desistência de troca ou vontade de migrar para outra marca, o consumidor terá que desembolsar muito dinheiro para quitar a parcela final, já que marcas não recebem veículos usados de outras montadoras como forma de pagamento. E você, pensa em usar isso na próxima compra?

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