Multiplicador da força do motor, o câmbio é uma peça fundamental para o carro. Desde fazer as rodas saírem do lugar até controlar a ré, passando pelas marchas, a transmissão é um item de suma importância para o conjunto mecânico de um veículo. O 8 ou 80 desta edição irá trazer as diferenças dos câmbios manuais e automáticos, as principais opções desta categoria, mas que não estão sozinhas, tendo a companhia do automatizado e do CVT. Entenda o que distingue essas transmissões e decida qual a mais vantajosa para o seu tipo de direção. Confira agora:

Câmbio manual

O condutor pode controlar a troca de marchas

Menos durabilidade, precisando de mais reparos durante sua vida útil

Uso incorreto das marchas pode acarretar na queima da embreagem

Maior oferta de peças de reposição

Mais efetivo nas ultrapassagens

 

Câmbio automático

 

Maior conforto, já que o condutor fica com o pé esquerdo livre

Por sua tecnologia, a manutenção acaba sendo mais cara

Troca de marcha em alta rotação, o que acaba consumindo mais combustível

Em ladeiras, o automóvel pode ser retido utilizando apenas o acelerador

É necessário trocar periodicamente o óleo e o filtro do câmbio

 

AutomatizadoNormalmente voltado para os veículos compactos e médios, o câmbio automatizado tem o auxílio de uma embreagem automática e de uma centralina, peça que ajuda no engate das marchas. Apesar do nome, ele segue a dinâmica do câmbio manual, dando ao condutor total autonomia na escolha de que marcha utilizar. A manutenção do automóvel automatizado acaba sendo mais em conta do que os carros automáticos.

CVTÉ a transmissão mais moderna e com o custo de manutenção mais alto. CVT em inglês significa transmissão variável contínua. O câmbio não possui nenhuma engrenagem, contendo apenas duas polias unidas por uma corrente. Com isso, o veículo dá a impressão de que não troca de marcha, já que essa tecnologia impede os famosos “trancos”, acelerando continuamente sem problemas.

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