Com a missão de serem confortáveis e colaborarem para o estilo do veículo, os estofados têm os mais diversos modelos, primeiramente para satisfazer motoristas e passageiros. As opções em tecidos para essa parte do automóvel são variadas: couro, courvin, teares, malharia, entre outros. Ainda assim, o descarte deles é um assunto pouco abordado. Confira a seguir a história do estofado de carro e como ele pode ser reutilizada.

As opções em tecidos para essa parte do automóvel são variadas: couro, courvin, teares, malharia, entre outros. Ainda assim, o descarte deles é um assunto pouco abordado. Confira a seguir a história do estofado de carro e como ele pode ser reutilizada.

História

Os estofados estão presentes nos carros desde os primeiros modelos da história. Um dos primeiros veículos inventados, o Benz Patent-Motorwagen, de 1885, tinha um estofado, assim como o Ford T, de 1908, o primeiro carro que se popularizou, mesmo que não fossem tão confortáveis.

Composição

Eles têm várias opções de tecidos: couro, courvin, teares, malharia e tecido navalhado. Dentro, o banco é composto de espuma. Normalmente, a espuma é injetada em uma forma para ter um design que seja confortável e estiloso para o passageiro do veículo.

Reciclagem

Em São Bernardo do Campo existe o projeto Costurando o Futuro desde 2009. Desenvolvido pela Fundação Volkswagen, a ação já reciclou mais de 75 toneladas de tecido automotivo que não foram enviados a aterros sanitários. O material é reaproveitado e acaba sendo transformado em mochilas, bolsas, carteiras, entre outros acessórios.

Novas opções

As montadoras já reciclam as sobras de espuma de poliuretano para utilizar na produção de estofados dos veículos. O material é triturado e passa por um tratamento termoquímico, para depois ser moldado no formato de assentos e apoios de cabeça.

O método substitui a espuma à base de soja, que causa menos impacto no ambiente, mas é menos reaproveitada pelos fabricantes de veículos.

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