Como funcionam

Eles são basicamente responsáveis pela desaceleração do veículo e, mesmo após diversas mudanças tecnológicas, eles continuam a utilizar o mesmo processo técnico para cumprir a sua função. Por meio da conversão de pressão mecânica em hidráulica, os freios utilizam-se de um circuito fechado de fluido que se liga desde o cilindro mestre, conectado ao servo freio e pedal de frenagem, até os cilindros ou pinças hidráulicas ligadas às rodas.

História

A necessidade de criar o freio veio a partir da evolução da roda junto aos meios de transporte. Ao observar um condutor de carroça frear, Herbert Frood, em 1887, percebeu que ele utilizava sandálias como sapatas e as pressionava até conseguir fazer a roda parar. A partir desse episódio Herbet realizou experiências, e chegou à conclusão de que o ideal seria criar um material apropriado para isso: o freio de fricção.

Tipos de freio

A partir da criação do sistema de Herbet outras tecnologias surgiram. A primeira e mais antiga delas é o sistema de frenagem a tambor, que devido a um cilindro hidráulico recebe a pressão necessária para encostar as lonas contra a parte interior da peça. Mesmo com a eficácia o sistema logo foi substituído, e por ser mais simples e eficaz o sistema a disco ganhou espaço em novos produtos. Seu funcionamento se dá pela mesma ação, o diferencial está na utilização de pastilhas contra uma simples superfície de disco em movimento.

Tecnologias atuais

A segurança sempre é prioridade no desenvolvimento de novas tecnologias automotivas. Foi ao visar tal ponto que ao longo dos anos diversos técnicos assumiram a responsabilidade de criar formas inovadoras de se acionar o sistema de frenagem.

A primeira e mais popular delas é a tecnologia ABS (sistema de freio antitravamento), que devido à atuação de sensores instalados nas rodas é capaz de evitar o seu travamento e consequentemente o capotamento do carro.

Graças a tecnologia antitravamento outras vieram à tona. A EBD, conhecida também como Distribuição Eletrônica da Força de Frenagem, é uma das que está diretamente associada a ABS. Por meio de um doseamento de força da frenagem ele é capaz distribuí-la adequadamente entre os eixos do carro, melhorando assim a eficiência do sistema.

Capaz de reduzir 83% dos índices de capotamento em SUVs, o sistema ESC é considerado por muitos como a melhor inovação em segurança veicular desde a criação do cinto de segurança. Seu controle de estabilidade funciona por meio de diversos sensores, com contribuem em situações como curvas, frenagens e desvios bruscos.

Comentários